Saídas autodestrutivas para saciar nossa sede de paz
Saídas autodestrutivas para saciar nossa sede de paz
Aqui está você, solitário, cansado, estressado, pressionado, deprimido, ansioso ou preocupado; De um lado está a música, o ar puro, a flor, o céu, o mar, o bom dia de um desconhecido, o sorriso de uma criança, a dança, a escrita, o livro; Do outro lado estão o cigarro, a bebida, os comprimidos, a adrenalina (de uma forma destrutiva), e os objetos para automutilação. Para que lado você caminha primeiro?
Somos fadados a, em algum momento da vida, sofrermos de uma das coisas descritas acima, e com isso, acabamos nos deparando com as falsas sensações de prazer e bem estar. Falsas? Sim, falsas. Porque acabamos por recorrer a hábitos que nos dão sensação de relaxamento ou prazer, mas que, ao mesmo tempo, nos destroem e/ou adoecem.
Por experiência própria, vos digo que quando chego ao meu limite, corro em busca de um cigarro, uma cerveja bem gelada ou qualquer outro líquido alcoólico. E, pelo menos nesse momento, me sinto plena e revigorada. O problema é quando termina; Quando o cigarro é apagado em um cinzeiro, quando o copo é posto vazio sobre a mesa; Quando os seus pensamentos, lembranças, e problemas vão retornando, um a um, ou todos de uma vez, dependendo de seu teor alcoólico. Essa “solução” é a minha, e a sua pode não ser a mesma; Talvez você recorra a comer compulsivamente, a se automutilar, a se entupir de remédios fortes, ou a cometer loucuras, que te tragam sensação de adrenalina e colocam sua vida em risco; De todas as formas, é autodestrutivo.
Hoje eu tenho um pedido: Permita-se viciar em livros, em sorrisos, em abraços, em si mesmo; A vida é curta demais para se esvair em problemas e preocupações.

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